segunda-feira, 21 de abril de 2008

saudades


olá...tenho muitas saudades da minha turminha,só ai sabia que tudo corria bem quando estavamos todos juntos era uma alegria...A "mamã" depois mostrava qual o caminho a seguir...foram os melhores três anos de português da minha vida...Com todos do 12ºF e 12ºE e claro a "mamã" que saudades que eu tenho suas, sempre "aqui" para tudo... As minhas aulas de português ficarão sempre na minha amiga memória, o nosso abraço de grupo na aula que o luís foi o nosso centro de atenções...Só ele fez chorar e rir toda a turma e assim se fazem os amigos para a VIDA...gosto muito de todos e tenho muitas saudadinhas vossas.

Desculpem a invasão!! BEIJINHOS E ABRAÇOS

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Em torno de um só momento!

E de pensar que poderia eu ter sido feliz a olhar para o céu e imaginar...
Para quê alicerçar aos meus sonhos mais 2 segundos de espera? Para quê continuar a aquecer as infímas esperanças?
A verdade é que as (minhas) estrelas vão deixando, uma a uma, de brilhar e múltiplas sombras atacam e marcam o encanto que me dá cada linha daquele rosto!

Continuo de boca amordaçada...
Continuo com as mãos amarradas...
Continuo a ter frio...



Ricardo Lima 12ºE Nº 12


(a bad day...)

quinta-feira, 17 de abril de 2008

«DEIXA QUE TE LEVE... ASSIM... TÃO LEVE»


Paulo Gonzo & Lúcia Moniz
Beijo leve triste

Teimoso subi
Ao cimo de mim
E no alto rasgei
As voltas que dei

Sombra de mil sóis em glória
Cobrem todo o vale ao fundo
Dorme meu pequeno mundo

Como um barco vazio
P'las margens do rio
Desce o denso véu lilás
Desce em silêncio e paz
Manso e macio

Deixa que te leve
assim tão leve
Leve e que te beije meu anjo triste
Deixo-te o meu canto canção tão breve
Brando como tu amor pediste

Não fales calei
Assim fiquei
Sombra de mil sóis cansados
Crescendo como dedos finos
A embalar nossos destinos

Deixa que te leve
assim tão leve
Leve e que te beije meu anjo triste
Deixo-te o meu canto canção tão breve
Brando como tu amor pediste

(Solo)

Deixa que te leve
assim tão leve
Leve e que te beije meu anjo triste
Deixo-te o meu canto canção tão breve
Brando como tu amor pediste

Em especial para a Eunice (10ºG) e para o Ricardo Lima (12ºE)... duas vozes que mostrarão em breve o seu talento a toda a Escola! Gosto muito de vocês! E sei que o sabem... que o sentem... :)

CC



quinta-feira, 10 de abril de 2008

«Felizmente há Luar!»

(A imagem foi trabalhada e colocada por mim, Catarina! Espero que gostes... acho-a um 'espelho' de ti! Beijinho. CC)
________________***____________________


"Felizmente há Luar!" é um titulo que, mesmo para quem não leu a obra, faz voar e pensar no bom que é esta vida.!

Quero dedicar este pequeno texto a uma pessoa que me apoiou, e para quem o luar é a sua escapatória... para não cair nas profundezas da noite.



"Recordas-te das nossas mini férias? Pois é exactamente disso que vou falar...
Naquela noite, depois de irmos jogar bowling, em que já estava 'de rastos', chegámos a casa e eu fui a correr para a casa-de-banho. Não tinha bebido nada, nem estava com vontade de o fazer, sentei-me no chão daquela mini casa-de-banho e chorei. Ouvia-te, tal como aos outros dois, a perguntarem-se o que é que eu tinha. Estive ali uns 15 minutos a chorar convulsivamente.... foi então que te chamei.
Sentaste-te exactamente à minha frente (conseguem imaginar uma mini casa-de-banho? Agora imaginem duas 'malucas' sentadas no chão), eu não queria chorar mas foi mais forte do que eu... Olhavas-me com um olhar muito expressivo, na tentativa de saber o que se passava, e por entre soluços e lágrimas tentei explicar-te. Parei de chorar por momentos... e a primeira coisa que me disseste foi:
- Há quanto tempo não choravas? Não precisas de responder, chora, precisas mesmo de chorar!
E chorei como se não houvesse amanhã...



Começaste a dizer piadas, eu própria gozava comigo, e entre as lágrimas, soltava gargalhadas nervosas, mas rapidamente retomava o choro. Estava de rastos, e tu ali. Foste buscar um licor beirão com gelo para as duas.
Bebi um golo e acalmou-me, aí sim consegui explicar-te a história mais calmamente, ainda com lágrimas a correrem-me pela cara, perguntei-te por várias vezes o que é que estava cá a fazer. Tu não me respondias, só dizias para eu me acalmar.
Quando viste que eu estava mais calma disseste:
- «Bora pa sala»! eles estão preocupados, adoram-te e precisam de ti, tal como eu, tu não estás sozinha. Somos poucos mas bons, a tua vida vais mudar acredita nisso!
Fomos lá para fora, para a sala e passado um tempinho fui até a rua, olhei para a lua, e pedi que me ajudasse. Não raparei que a Vanessa vinha atrás de mim, perguntou-me se estava bem. Apenas lhe respondi que ainda bem que a lua existe, é como se fosse muitas vezes a minha salvação.... voltei para a sala e senti que realmente não estou sozinha..."

Queria dedicar esta minha história a 3 pessoas muito importantes para mim:

A Vanessa Costa, que é um doce e já teve a sua dose...
Ao Nelinho, que mesmo depois de tudo me apoia e não me deixa para trás...

Mas em especial..à Joana Duarte, mais conhecida como pitah. Esta miúda tem sido a minha companheira no pior e no melhor... foi ela que não me largou... e muitas vezes sou agressiva ao falar com ela e tudo mais... mas quero que saiba o quanto gosto dela... obrigado sua desnaturada... Adoro-te miúda...


Beijos a todos...









Catz 12ºE Nº2

sexta-feira, 14 de março de 2008

FELIZMENTE HÁ LUAR!






“Felizmente há Luar” é hoje um clássico da literatura dramática portuguesa. Com esta peça e o “Render dos heróis” de José Cardoso Pires dá-se início a uma corrente de teatro narrativo de influência Brechtiana que na segunda metade do século XX veio a ter seguidores em Portugal, entre os quais se contam Romeu Correia, Bernardo Santareno, Fernando Luso Soares, Helder Costa, etc.

A partir da obra de Raul Brandão “Vida e Morte de Gomes Freire” Luis de Sttau Monteiro mostra-nos o reino de Portugal sob o domínio dos ingleses que ocuparam o país no seguimento da vitória sobre as invasões francesas. A ditadura de William Beresford, o “aliado” ocupante, serve a Sttau Monteiro para mostrar os mecanismos de denúncia e traição que os regimes ditatoriais sempre fomentam e assim aproximar aquele período do século XIX da ditadura de Salazar sob a qual viveu.
A obra escrita em 1961 aproxima Gomes Freire de Andrade de Humberto Delgado, candidato da oposição a Salazar, que como o primeiro acaba assassinado pelo regime a que se opôs.

A peça faz assim, tal como o teatro fez sempre, uma transposição de tempos. Mostra-se o que se passou para que todos compreendamos melhor o que se passa. Assim fizeram os trágicos gregos indo buscar matéria à Guerra de Tróia e ao ciclo Tebano, assim fez Shakespeare indo estudar as crónicas dos antigos reis, assim fez Kleist, Victor Hugo, assim fez Brecht, Heiner Müller, etc, etc.

No início, a peça mostra-nos o ambiente que precede a revolta que, a triunfar, trará de volta o rei D. João VI a Portugal e promulgará uma monarquia constitucional. Intrigas, denúncias, mas também o povo esperançado a avançar na sua luta. O ritmo é rápido, através do qual são apresentados os vários grupos sociais que estão em jogo e termina com a prisão de Gomes Freire de Andrade.
Segue-se o desânimo geral devido à prisão do General. Tal como no tempo de Salazar a polícia actua sobre os civis evitando que a revolta se propague. Matilde, a mulher de Gomes Freire de Andrade, (interpretada no espectáculo por Maria do Céu Guerra) personagem que embora tendo existido realmente, é na peça romantizada e enfatizada pelo autor que lhe confere o papel da corajosa protagonista que tudo arrisca para salvar o “seu herói” com quem partilhou amor, vida e convicções durante muitos anos. O ritmo deste acto é mais lento, mais trágico, mais belo. Tudo caminha para a fatalidade. O herói será sacrificado. No fim só nos resta esperar que o heroísmo do grande patriota dê frutos e exemplo na resistência à tirania.
No silêncio o povo avança…

Maria do Céu Guerra


O Intelectual e o seu Tempo

Há peças que marcam uma época. É o caso de “Felizmente há luar!” de Luís de Sttau Monteiro.
Foi escrita nos anos de brasa que foram o início dos anos 60 e no rescaldo da burla eleitoral que entronizou o medíocre marinheiro Américo Tomás no posto de Presidente da República roubando ao povo português a sua indiscutível escolha, o general Humberto Delgado.
A peça foi publicada e alcançou grande êxito, aliás previsível, dado o paralelismo entre a perseguição ao general Gomes Freire de Andrade e ao general que tinha entusiasmado o país anunciando que “Obviamente” iria demitir o Presidente do Conselho se fosse eleito.
Claro que a Censura proibiu a sua exibição e o autor passou a sofrer o anátema de ser anti-regime, venerado, atento e obrigado.
A resposta de Sttau Monteiro foi clara e sem equívocos. Não perdeu a arma que era a sua pena e não abrandou a luta nem a coragem.
E, por isso, teve a normal resposta do ditador Salazar: perseguições e prisão.
É bom lembrar a acção exemplar deste género de intelectuais, hoje espécime raro em Portugal e no mundo dito civilizado.
Na linha de Zola, Romain Roland, Stefan Zweig e tantos outros, era um intelectual comprometido com o seu tempo.

Helder Costa


Pode consultar aqui o guião pedagógico do espectáculo feito em parceria com o Ministério da Educação

Ficha Artística e Técnica
Texto Luis de Sttau Monteiro
Encenação: Helder Costa
Elenco: Maria do Céu Guerra, Jorge Gomes Ribeiro, Luis Thomar, Pedro Borges, Rita Fernandes, Ruben Garcia, Sérgio Moras, Sérgio Moura Afonso, Susana Costa

Figurinos: Maria do Céu Guerra
Adereços: Luís Thomar
Luminotecnia: Fernando Belo
Sonoplastia: Rui Mamede
Apoio Técnico: José Carlos Pontes
Relações Públicas e Produção: Elsa Lourenço
Secretariado: Maria Navarro
Costureira: Inna Siryk
Montagem: Mário Dias
Bilheteira: Sandra Filipe, Hugo Quinta
Cartaz: Rita Lello, Elsa Lourenço
Fotografias: Tânia Araújo / MEF
Fotografia Cartaz: Uwe R. Zimmer

sábado, 8 de março de 2008

unicamente especial

Hoje decidi escrever para aqueles que simplesmente marcaram a minha vida, de uma maneira inexplicável, aqueles que por algum motivo me fazem sentir feliz, única importante .

Posso estar no sitio mais escuro, frio, assustador , mas tudo muda desde o momento que vos encontro aqueles espaço assustador torna-se num lugar lindo e iluminado.

Pois as pessoas é que fazem os lugares, não são os lugares que fazem as pessoas.

Obrigado por existirem na minha vida…

para:

Meu amor

sara
natacha

Joana

Patrícia

Rinas

Bilauzinho

Florirasca :D

Nemo

David

Nelson

Samuu

Teixeira

bernado

By: patrícia vieira 12º D

sexta-feira, 7 de março de 2008

Eterna Saudade

Fui para uma café, estava sozinha, a pensar na vida, a pensar naquilo em que me tornei, a pensar em quanto mudei. E de novo surgiram à minha memória aquelas imagens guardadas... todas as caricias, todos os momentos, para mim grnadiosos, para ti insignificantes!
Mas ainda assim, Sorrio, ainda que a minha alma chore. Sorrio, ainda que me despreses. Sorrio, ainda que uma lágrima corra pelo meu rosto. Sorrio Por ter sido tão Feliz....
Não te guardo rancor, não tenho raiva, nem um pouco de ódio, guardo sim cada palavra, cada beijo, cada momento... em mim sempre eternos!
Podes pensar que com tudo isto estou feliz! Não! Mas também não estou desolada.
Estou Feliz por ter sido digna do teu respeito, e triste por não ter sido digna do teu amor...
E assim termino mais um desabafo não com tristeza... mas apenas com uma saudade imensa...



Catz 12ºE Nº2